domingo, 15 de maio de 2011

Minha história...


Vou começar esse blog contando um pouco sobre mim, assim quem sabe vocês consigam entender como eu acabei sendo quem sou e pensando do jeito que penso. Mas não se preocupem, não tenho pretensões de escrever uma biografia. Até porque acredito que certas informações sobre mim dizem respeito apenas a mim e outras compartilho apenas com os mais próximos. Mas acho que as vivencias que temos é que nos tornam quem somos, de tal forma que um pouco de informação sobre a vida de alguém faz com que você a compreenda melhor. Por isso que você gosta de seus amigos, porque você sabe o que eles passaram em vida e acaba sendo mais tolerante com seus possíveis erros. Geralmente você não sabe o que seus inimigos viveram na vida, ou se sabe da um jeitinho de dizer que "isso não é desculpa" pra ele ser assim, mas a verdade é que nós damos chances a mais para as pessoas que conhecemos, ou que nos conhecem, do que as que não conhecemos. Como quero ter uma relação de amizade com vocês, contarei um pouco de mim.
Atualmente sou uma pessoa com Nível Superior, o que significa que sou formada, porem não quer dizer que sou bem sucedida. Desde que me formei não trabalhei na minha área de profissionalização. Eu já fui garçonete, já trabalhei na portaria de bar (anotando nomes), já fui panfleteira, já fui produtora, já fui vendedora, já fui filhinha de papai, já fui bióloga e atualmente sou tatuadora. Como se vê, sou uma pessoa meio instável. Quando não me contento, quando não me sinto feliz, fecho até sem perceber a porta do que eu fazia e abro outra completamente diferente.
Não acredito que as pessoas tenham que ser estáticas, acho que elas podem estar constantemente aprendendo. Que não devem colocar barreiras como "estou velha de mais para isso" ou "não consigo porque sou baixa/mulher/alta/gorda...". Acredito que quando as pessoas querem algo, elas podem! Elas podem aprender, elas podem buscar, elas podem escolher.
Só não sou assim na parte de viagens. Não sou muito de viajar. Queria conhecer o mundo todo, mas queria ir por teletransporte. As viagens me assustam um pouco. Sempre penso como algumas pessoas conseguem viajar o mundo só com a mochila? Admiro a coragem de quem larga o seu mundo, deixa família, comodismo, estabilidade e sai, sem olhar pra trás e sem voltar. No aspecto geográfico eu não tenho essa mobilidade que eu tenho no aspecto profissional por exemplo. Terrestre e com raízes.
Família para mim é tudo. Mesmo os que eu não gosto muito, eu amo. Amo cada um dos malucos que formam a minha família. Malucos sim, porque nessa família só sendo doido, mas todos doidos do bem. Aliás, antes que eu me esqueça, eu SOU DO BEM. Se você é do mal, pode sair porque você não vai gostar daqui.
Tenho irmãos, pai e mãe (separados e felizes, finalmente), tenho um namorado/marido (moramos juntos) e dois enteados (filhos drastos). Gosto de tudo quanto é tipo de bicho, só não gosto de aranhas (e bicho de esgoto). Não sou pobre, nem rica. Me considero uma pessoa feliz, mas obviamente não o tempo todo.
Fico indignada constantemente: com o trânsito, com a falta de respeito do ser humano, com o preconceito, com a grosseria, com a maldade, com a mentira, com a cara de pau, com a política, com as pessoas, com os líderes (todos, inclusive com os religiosos) e com muitas outras coisas. Me indigno, mesmo que não seja algo que me atinja diretamente ou indiretamente. Pode ser algo que não diz respeito a minha pessoa de jeito nenhum, mas é algo que eu discordo de alguma forma. Sou a favor do amor e da paz, NUNCA da guerra e do ódio. Sou contra todos os tipos de crimes que interferem na vida de outras pessoas (roubo, assassinato, estupro, espancamento, sequestro...). Não gosto da violência de nenhum jeito. Claro que encaro ela diferente com relação a legítima defesa, mas isso leva a uma longa discussão...
Acho que basicamente é isso. A medida que eu achar importante acrescentar algo sobre mim, escrevo outros tópicos com esse título. Mas acredito que de agora em diante começaremos a conversar sobre temas mais interessantes, mas polêmicos, mais importantes e mais mundiais do que o de hoje, minha reles pessoa.
Afinal, não interessa quem eu sou, mas sim meu legado. Se eu conseguir convencer pelo menos uma pessoa no mundo a não cometer um grande erro, não cometer um grande crime, se eu conseguir ensinar algo bom para alguém, se eu conseguir aprender algo com alguém, minha vida já terá valido a pena.  É nisso que se baseia esse blog.

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